Na noite deste domingo (21), o Santos venceu o São Paulo na Vila Belmiro pelo placar de 1 a 0. O gol da vitória foi marcado pelo atacante Guilherme, aos 15 minutos do segundo tempo.
Com a vitória, o Peixe se afasta da zona de rebaixamento e vai a 26 pontos. Já o Tricolor, segue na sétima colocação do Brasileirão, com 35.
Tem, ainda, um jogo atrasado da 13ª rodada para repor, contra o Palmeiras. O próximo compromisso santista é um duelo com o Red Bull Bragantino, daqui a uma semana, dia 28.
Diferentemente do rival, o São Paulo joga no meio da semana, já que está envolvido na disputa das quartas de final da Libertadores.
Derrotado por 2 a 0 pela LDU no Equador, tentará reverter o placar no MorumBis, na quinta-feira, 25, a partir das 19 horas. Enquanto sonha com a retomada no torneio continental, está em uma posição segura no Brasileiro, em sétimo lugar, com 35 pontos.
Vojvoda escalou o Santos já pensando em como será o período de cerca de um mês sem Neymar, que sofreu lesão no músculo reto femoral da coxa direita durante o empate por 1 a 1 com o Atlético-MG, na rodada passada. O astro santista esteve presente na Vila e assistiu ao jogo de um camarote.
Com a Libertadores como prioridade, Crespo escolheu mandar uma escalação alternativa a campo e viu o São Paulo aflito frente a um adversário muito mais agudo ofensivamente.
O primeiro tempo foi dominado pelo Santos, não à toa sofreu apenas uma finalização. No ataque, soube trabalhar a bola e teve volume de jogo, mas poderia ter finalizado mais se fosse mais rápido nas conclusões de jogadas.
Guilherme, como de costume, era o jogador que mais tentava chutar ao gol, entre carimbadas na defesa e algumas bolas perigosas, muito ativo pelo lado esquerdo. Numa dessas oportunidades, ele parou em boa defesa de Young, jovem goleiro tricolor de 23 anos e 2,02 metros, que fez intervenções importantes também em tentativas de Rollheiser e Zé Rafael para impedir que os santistas tirassem o zero do placar.
A movimentação de Lautaro e a técnica de Rollheiser eram os principais trunfos da equipe do litoral paulista. O segundo aspecto foi decisivo no segundo tempo, quando o meia argentino recebeu a bola pela direita e cruzou para Guilherme, bem posicionado na área, finalizar de cabeça para deixar o Santos em vantagem.
O time da casa continuou com o ímpeto ofensivo e, embora o volume não tenha sido tão grandioso, teve oportunidades de ampliar o placar. O São Paulo ofereceu pouco perigo. Nem mesmo a entrada de nomes como Bobadilla, Luciano e Rigoni trouxe qualquer mudança de panorama ao duelo.

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