Maria Clara Resende, do Clube Jardins Iracema Alves, de Aracaju, sagrou-se campeã, nesta sexta-feira (4), do individual geral do Campeonato Brasileiro Pré-Infantil Loterias CAIXA de Ginástica Rítmica, na categoria 11 anos, ao somar 58.450 pontos, na capital sergipana. Em segundo lugar ficou Bruna Sacramento, da Talent, da Bahia, com 56.650 pontos. O bronze foi conquistado por Natali Santana, também do Clube Jardins, com 55.900.
A campeã pré-infantil é filha da treinadora da Seleção Brasileira de Conjunto Camila Ferezin e do diretor-geral da CBG, Ricardo Resende.
No ano passado, Maria Clara já havia conquistado o título da Divisão 1 do Pré-Infantil, no Campeonato Brasileiro Pré-Infantil e Infantil Loterias CAIXA de GR, em Londrina (PR), terra natal de Camila Ferezin, com 58.050 pontos. Naquela disputa, foram somadas as apresentações nas mãos livres, corda e bola.
Atual campeã mundial nas séries simples e mista à frente do conjunto do Brasil, Camila, que também é treinadora de Maria Clara, revela que viveu, nesta sexta-feira, uma emoção singular.
“Estou vivendo um sentimento muito diferente. Como treinadora da Maria Clara, acompanho todo o processo de perto. Conheço cada dificuldade e cada conquista. Mas, quando ela entra no tablado, o coração de mãe fala muito alto. O coração fica na boca! Ver minha filha conquistar o bicampeonato brasileiro é uma emoção enorme, um orgulho que não consigo explicar”.
Camila conta com o auxílio de profissionais importantes na condução desse processo, como a auxiliar técnica Bruna Rosa. “Tenho desafios diariamente. Como treinadora, preciso cobrar, corrigir e buscar sempre a evolução dela. Como mãe, existe um olhar de cuidado e proteção. Por isso, ter pessoas tão importantes ao nosso lado faz toda a diferença. O trabalho corporal da Bruna com a Maria Clara tem sido muito importante nesse processo, assim como toda a equipe de profissionais que nos acompanha”.
A treinadora faz questão de deixar claro que pretende dar à filha liberdade para fazer as próprias escolhas, sem exercer nenhum tipo de pressão. “Quero que ela construa a própria trajetória, com os sonhos e as escolhas dela. E tenho uma gratidão enorme à minha família, porque sem a dedicação e o apoio de cada um deles, nada disso seria possível. O título é muito especial, mas, para mim, o mais importante é vê-la feliz, se dedicando e descobrindo o amor pela Ginástica Rítmica”.

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