O técnico Zinedine Zidane terá uma remuneração fixa equivalente a menos da metade do salário de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira. Informações divulgadas pela rádio francesa RMC apontam que o novo treinador da França receberá um vencimento fixo de 300 mil euros mensais (cerca de R$ 1,75 milhão na cotação atual). Em contrapartida, os rendimentos do comandante italiano no Brasil chegam a aproximadamente R$ 6 milhões por mês.
A distância financeira entre os dois técnicos pode diminuir mediante a conquista de metas esportivas estabelecidas no contrato do francês. O acordo assinado com a Federação Francesa de Futebol (FFF) prevê gatilhos de produtividade e bonificações por desempenho que podem elevar o salário de Zidane para até 450 mil euros mensais (aproximadamente R$ 2,63 milhões).
Ainda que atinja o teto previsto em contrato com todas as bonificações ativadas, o faturamento de Zidane permanecerá abaixo do montante recebido por Ancelotti na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Os ganhos totais do treinador da seleção brasileira estão estimados em cerca de 10 milhões de euros por temporada, valor que corresponde ao patamar de R$ 6 milhões mensais.
Sem a contabilização dos bônus, o contrato base de Zidane garante um montante anual de 3,6 milhões de euros (cerca de R$ 21 milhões). Caso a equipe francesa alcance os objetivos de desempenho estipulados pela entidade, a remuneração anual do treinador pode atingir até 5,4 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 31,5 milhões ao fim de cada temporada.
Aos 54 anos, o ex-meia assume o comando de sua seleção nacional respaldado por sua trajetória vitoriosa à frente do Real Madrid, clube onde conquistou o tricampeonato consecutivo da Liga dos Campeões da Europa como treinador. A contratação marca o início do trabalho de reorganização da comissão técnica da França com foco voltado para o ciclo preparatório que se estende até a Copa do Mundo de 2030.

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