A Prefeitura de São Caetano do Sul realizou, nesta quinta-feira (21), a entrega oficial de subvenções sociais a instituições de saúde conveniadas ao município. O repasse financeiro contemplou seis entidades locais que desenvolvem trabalhos assistenciais voltados ao atendimento de pessoas enfermas, dependentes químicos e alcoólicos, assistência a indivíduos com ideação suicida e atuação na proteção de animais. No total, as transferências somaram R$ 256 mil em recursos públicos, que serão destinados integralmente à manutenção das sedes físicas e ao aprimoramento das ações de acolhimento executadas por essas organizações na cidade.
Durante o ato, o prefeito elogiou o empenho das lideranças comunitárias e ressaltou que promover o acolhimento social é uma tarefa desafiadora no cenário atual. O chefe do Executivo incentivou os representantes das entidades a elaborarem novos projetos técnicos para a captação de verbas adicionais junto aos fundos municipais disponíveis. Segundo o gestor, o uso do recurso público atinge maior eficiência quando operacionalizado em parceria com organizações do terceiro setor, que já dispõem de estrutura de atendimento consolidada e proximidade com as demandas da população local.
O presidente da Sociedade Beneficente Grupo Amor à Vida, Reginaldo Rodrigues de Oliveira, agradeceu a parceria firmada com a administração municipal. A instituição comandada por ele atua de forma direta na recuperação de dependentes químicos e oferece suporte psicológico e acolhimento para os familiares dos assistidos. O dirigente destacou o sentimento de honra por integrar a rede de apoio oficial do município, ressaltando o impacto positivo do convênio na transformação social e na reabilitação das pessoas atendidas pelo projeto.
A secretária municipal de Saúde encerrou a solenidade reforçando que o trabalho conjunto com essas organizações, que possuem frentes de atuação diversificadas, é fundamental para complementar e auxiliar a rede de saúde pública municipal. A chefe da pasta manifestou o interesse da gestão em tornar a relação institucional entre o governo e as entidades sociais cada vez mais próxima, dialogada e participativa nos próximos anos.

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