As obras de drenagem destinadas a combater enchentes na região da Vila Pires, em Santo André, seguem avançando com a construção de sete microrreservatórios no bairro. As intervenções ocorrem em vias situadas próximas ao curso do Córrego Guarará, que corre ao longo da Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, área historicamente afetada por alagamentos no município.
As estruturas apresentam diferentes estágios de evolução técnica. O cronograma aponta que as obras estão mais adiantadas nas ruas Tucuruí, com 93% de execução, e Cajuru, com 83%. Na sequência estão as ruas Álida (59%), Santa Joana D’Arc (33%), Caiapós (25%), Icaraí (22%) e Armida (14%). Cada reservatório terá profundidade variante entre 2,2 metros e 2,5 metros. Quando estiverem totalmente concluídos, os equipamentos terão capacidade combinada para armazenar até 4,7 milhões de litros de água de chuva.
O prefeito Gilvan Ferreira ressaltou que a administração municipal tem estruturado um sistema amplo e eficiente de drenagem, que engloba canteiros esponja, estruturas de micro e macrodrenagem, além dos novos reservatórios, para mitigar os riscos de inundações. O investimento totaliza R$ 40,5 milhões e está inserido nas diretrizes do Plano Municipal de Drenagem. O conjunto de intervenções estende-se desde a Avenida Maurício de Medeiros até o piscinão da Vila América.
Devido ao progresso dos trabalhos, o tráfego de veículos em três das vias impactadas passará por alterações nos próximos dias. A partir desta quinta-feira (28), as frentes de trabalho se concentrarão nas ruas Tucuruí e Cajuru, exigindo desvios viários pelas ruas Caquito, Chuí e Buri. Após o término desse bloco, o fluxo da Rua Álida será afetado, com desvio direcionado para as ruas Miguel Couto, Chuí e Buri. A Secretaria de Mobilidade Urbana implantará sinalização nos locais para orientar moradores, pedestres e motoristas durante o período de adaptação do trânsito.

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