O incidente de violência ocorreu na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, nos arredores de Detroit. De acordo com o chefe de polícia de Grand Blanc Township, William Renye, o agressor irrompeu o templo ao embater o seu veículo contra as portas da frente, momento em que centenas de fiéis se encontravam no interior a participar numa cerimónia religiosa. Após a colisão, o suspeito saiu do carro e abriu fogo com uma arma de assalto contra os presentes, tendo ainda alegadamente provocado um incêndio que rapidamente consumiu o edifício.
As autoridades policiais que acorreram ao local trocaram tiros com o atirador, que foi morto, cessando assim a ameaça ao público. Contudo, as chamas dominaram o edifício, levando as equipas de socorro a alertarem para a possibilidade de o número de vítimas ser superior ao balanço inicial de um morto e nove feridos, assim que as buscas se tornarem seguras nos escombros.
O ataque gerou imediata consternação nas esferas política e social. A governadora de Michigan, Gretchen Whitmer, manifestou-se "de coração partido" e classificou a violência em locais de culto como "inaceitável". Por sua vez, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou a sua rede social Truth para denunciar o tiroteio, classificando-o como "mais um ataque dirigido contra cristãos nos Estados Unidos" e pedindo o fim imediato da "epidemia de violência" no país. Agentes federais do FBI foram deslocados para o local para apoiar a investigação da polícia local.
A tragédia aconteceu no dia seguinte à morte de Russell M. Nelson, o mais antigo líder de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, aos 101 anos.

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