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Segunda-feira, 27 de Julho 2026
Gianni Infantino rebate críticas ao Mundial e defende o futebol como instrumento de união
Futebol

Gianni Infantino rebate críticas ao Mundial e defende o futebol como instrumento de união

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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, respondeu de forma enfática às críticas que acompanharam a realização da Copa do Mundo na América do Norte, disputada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México. Em carta publicada em suas redes sociais, o dirigente defendeu o legado da competição, rebateu analistas e opositores e sustentou que o esporte deve permanecer desconectado de debates partidários. “Futebol não é política, é união”, sintetizou o mandatário ao analisar o impacto social do torneio.

No pronunciamento, Infantino acusou os críticos da entidade de ignorar a festa dos torcedores nas arquibancadas e de disseminar informações inverídicas durante a cobertura do evento. O dirigente afirmou que, enquanto parte da imprensa e dos opositores se concentrou em controvérsias fora de campo, a entidade trabalhou na linha de frente para entregar o que classificou como o maior espetáculo do mundo. Para ilustrar a capacidade de integração do futebol, o presidente destacou a presença de seleções de países em conflito diplomático, citando que a delegação do Irã obteve vistos e ingressou nos Estados Unidos sem registrar incidentes.

A manifestação ocorre em meio às polêmicas relativas às restrições de entrada no território americano, que impactaram torcedores, integrantes de delegações e profissionais credenciados. Entre os episódios mais citados esteve o do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que teve seu ingresso vetado pelas autoridades locais mesmo portando visto válido.

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Outro ponto sensível abordado de forma indireta pelo dirigente envolveu as decisões disciplinares da arbitragem que geraram contestação. O caso de maior repercussão envolveu o atacante norte-americano Folarin Balogun, que teve um cartão vermelho anulado e a suspensão automática retirada pela organização antes do compromisso seguinte de sua seleção, levantando suspeitas de favorecimento à equipe da casa. Infantino minimizou os questionamentos, argumentando que decisões polêmicas ocorrem rotineiramente nas principais ligas globais e fazem parte do jogo.

Ao fazer o balanço final da competição, o presidente da Fifa assegurou que o evento transcorreu com segurança e exaltou o clima de festividade proporcionado pela integração entre torcedores de diversas nacionalidades nos três países-sede.

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