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Sexta-feira, 17 de Abril 2026
Santos arranca empate no Sul, mas segue na zona do rebaixamento

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Santos arranca empate no Sul, mas segue na zona do rebaixamento

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O Santos saiu do Beira-Rio com muito mais do que um ponto. No empate por 1 a 1 com o Internacional, em partida que encerrou a 35ª rodada do Brasileirão, o time paulista mostrou capacidade de reação sem Neymar, escapou de um primeiro tempo desastroso e deixou Porto Alegre com a sensação de que a permanência é possível. Ainda dentro da zona de rebaixamento, com 38 pontos, o rendimento na etapa complementar alimenta esperança em uma reta final que favorece o Santos mais do que seus adversários diretos.

A projeção otimista passa pelo calendário. O Santos enfrenta o lanterna Sport na Vila Belmiro, depois visita o Juventude — que pode chegar matematicamente rebaixado à penúltima rodada — e termina contra o Cruzeiro, que deve atuar com foco dividido por causa da semifinal da Copa do Brasil. Com apenas um ponto atrás do Vitória, primeiro fora da zona de rebaixamento, o time de Vojvoda enxergou no empate no Sul um resultado que, apesar do sufoco inicial, tem valor estratégico.

O Internacional, por outro lado, desperdiçou uma oportunidade clara de se afastar da briga. Com 41 pontos, estacionou em 15º e encara um fim de campeonato mais hostil: Vasco em São Januário, São Paulo no MorumBis e Red Bull Bragantino, em alta, na última rodada. A atuação irregular, principalmente após o intervalo, acendeu um sinal de alerta para uma equipe que não consegue sustentar boa sequência na competição.

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Sem Neymar, poupado por dores no joelho, Vojvoda optou por Robinho Jr. ao lado de Rollheiser e Thaciano, mas a estrutura ofensiva não funcionou. O Santos sofreu para respirar na etapa inicial e sequer finalizou ao gol.

O Internacional empilhou chances, encontrou espaços com facilidade e poderia ter resolvido o jogo antes do intervalo. O gol de Alan Patrick, aos 19 minutos — em bela jogada que teve Borré como pivô e Alan Rodriguez como articulador — apenas confirmou a superioridade colorada.

A pressão seguiu firme. Vitinho acertou a trave, Alan Patrick obrigou Brazão a uma defesa improvável e o Santos, atordoado, parecia sobreviver mais pela sorte do que por organização. O Inter pagou caro por não ampliar. A vantagem mínima, apesar do volume, manteve o adversário vivo e ofereceu a Vojvoda a chance de reconstruir o Santos no intervalo.

A resposta veio com mudanças e nova postura. Barreal e Guilherme transformaram o ritmo do ataque, e o empate saiu aos 16 minutos do segundo tempo: Guilherme cruzou com precisão, Barreal dominou no peito e finalizou de canhota, marcando um golaço que redesenhou completamente o ambiente do jogo. O Santos passou a controlar a bola, empurrou o Inter para trás e silenciou parte do Beira-Rio, que demonstrava irritação crescente.

Ramon Díaz tentou ajustar o time colorado com alterações, mas a consistência do Inter desapareceu. O Santos, empurrado pelo bom momento, priorizou a segurança e manteve o controle territorial. Nos minutos finais, o time paulista arriscou mais, mas o drama acabou mantido dos dois lados com o empate.

Com a expectativo de ter a volta de Neymar, o Santos tem o jogo da vida ou morte na sexta-feira, contra o já rebaixado Sport, na Vila Belmiro, às 21h30. Mais cedo, o Internacional visita o Vasco, às 19h30, em São Januário.

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