A Semana do Brincar de Mauá deu continuidade às suas atividades nesta segunda-feira (25) ao levar uma programação focada em diversão, inclusão social e resgate de tradições lúdicas para a sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). A ação atendeu cerca de 100 alunos, entre crianças e jovens com deficiência intelectual e deficiências múltiplas, que participaram de dinâmicas interativas como cantigas de roda, ciranda, adoletá e a brincadeira batatinha frita 1, 2, 3. O objetivo das atividades é estimular o movimento corporal, a criatividade, a concentração e a convivência entre os matriculados.
A iniciativa na instituição foi realizada por meio de uma parceria estratégica entre a Secretaria de Assistência Social e a Secretaria de Proteção e Defesa da Pessoa com Deficiência. A cooperação buscou reforçar o caráter inclusivo do evento e valorizar o ato de brincar como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento humano. A coordenadora pedagógica da APAE, Kátia Regina Ferreira Zanata, destacou que a atividade contribui diretamente para a socialização e comunicação dos alunos, funcionando como um contraponto positivo ao desafio atual do uso excessivo de telas digitais e permitindo conexões mais profundas e leves entre os jovens.
A primeira-dama e secretária de Assistência Social, Fernanda Oliveira, acompanhou a programação e enfatizou que o brincar é um direito garantido por lei e um instrumento indispensável para o amadurecimento social, emocional e cognitivo na infância. A Semana Municipal do Brincar foi instituída oficialmente no calendário de eventos de Mauá por meio da Lei Municipal número 6.175/2023. A edição deste ano começou no último fim de semana, com atividades abertas ao público no sábado (23), na Arena Chicão, e no domingo (24), dentro do programa Domingou, realizado no Parque da Juventude, reunindo dezenas de famílias da região.
O cronograma oficial de eventos lúdicos e educativos da prefeitura seguirá ativo até o próximo domingo (31). Ao longo da semana, as oficinas, dinâmicas e experiências recreativas intergeracionais serão estendidas a outras entidades assistenciais inscritas e a diferentes departamentos públicos municipais, visando descentralizar o acesso ao projeto e engajar diversos públicos do município.

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