Evidente que o futebol brasileiro é diretamente atingido pela condição econômica do país que perde cada vez mais jogadores e cada vez mais cedo, infelizmente. Fica impossível qualquer briga racional para manter atletas jovens que são procurados por equipes europeias por conta da disparidade das moedas, porém o que se vê por aqui é o surgimento de novos bons jogadores a cada temporada e isso com certeza mantem o futebol brasileiro em uma prateleira de um produto muito agradável para os consumidores da modalidade em todo o mundo.
Mas o que tem cada vez mais colocado as nossas competições em um limbo de credibilidade é a atuação desastrosa de nossos árbitros que se envolvem em uma bolha de arrogância e incompetência e dentro dela conseguem transformar decisões simples em polêmicas intermináveis e rotineiras e a cada nova rodada nos deparamos com equívocos que prejudicam clubes, atletas e acima de tudo o nosso futebol.
Muitos defendem a profissionalização da classe. Eu particularmente não reputo a isso as horríveis performances dos árbitros e sim a condição de intocáveis que eles se colocaram ao longo dos anos e por conta disso a postura arrogante que muitas vezes os impedem de entenderem suas reais funções dentro da atividade esportiva que é de somente a condução do jogo dentro de um quadro pré-estabelecido de regras.
A impressão que dá é que muitos buscam um protagonismo no futebol que realmente não lhe cabem e diante disso chamam para eles uma atenção que jamais deveria ser objetivada e muito menos concretizada.
Por conta da exposição midiática e consequente visibilidade que os tempos modernos proporcionam aos personagens de uma partida, vemos a cada nova rodada, muitos árbitros deixando de fazer o simples e correto para buscarem o complexo e muitas vezes o pessoal, onde brigam inclusive com a racionalidade das imagens, por conta da utilização do VAR, nas principais competições, para cravarem uma sensação de soberania e importância que realmente não deveria ser seus reais objetivos.
Prefiro não citar nomes, pois entendo que essa triste realidade se dá em todo o corpo de profissionais e que essa mentalidade de protagonismo frustrado é uma essência infelizmente presente em todos os jogos.
No país onde frases como “Você sabe com quem está falando” ou “Me respeite que aqui eu sou a autoridade”, são tão comuns e muitas vezes bem mal utilizadas, essa postura de soberba dos árbitros é somente uma consequência da falta de educação, respeito e ordem.
Seguimos contando histórias !!!
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